Monday, October 30, 2006

O capital contemporâneo e as suas internacionais da morte

O capital contemporâneo e as suas internacionais da morte

A formulação de Marx, Engels e Lenine sobre o desenvolvimento histórico do sistema capitalista materializa-se: ao entrar na sua fase imperialista, a tendência para o monopólio, para a sobre-exploração, o desemprego, o aumento do exército de reserva, estão para além de qualquer previsão. Acresce a isto a guerra permanente que vai liquidando os povos, submetendo as nações, tornando-se mais agressiva. O capitalismo na sua fase imperialista, aplicando o neo-liberalismo em todos os cantos do planeta, criou os instrumentos que lhe assegurem a exploração e o saque. O FMI, o Banco Mundial, a OCDE, a OMC, a União Europeia, a OTAN, os TLC instalaram-se como internacionais da morte, globalizadoras da dor e da desesperança, responsáveis pela pobreza de metade da população mundial, da fome que mil milhões de seres humanos padecem, do desemprego de um terço da população mundial economicamente activa, de que em cada dia morrem 30 mil crianças, da qual 854 milhões de adultos não sabem ler nem escrever, de que mais de 1400 milhões não dispõem de água potável, de que anualmente 40 milhões de pessoas morrem de fome; em contraste, uns quantos monopólios concentram a riqueza, decidem a guerra e a destruição para aumentar os seus lucros.

Pável Blanco Cabrera - Secretário para as Relações Internacionais e membro da Comissão Política do Partido dos Comunistas, do México

Fonte: odiario.info

Sunday, October 22, 2006

Vietname Tríptico - As 3 derrotas imperialistas no Médio Oriente

Vietname Tríptico - As 3 derrotas imperialistas no Médio Oriente


57 mil baixas entre mortos e feridos em soldados imperialistas no Médio Oriente (actualizado em 22/10/06)


Números oficiais do Iraque:


Total de soldados do império mortos do Iraque: 3.035

Total de feridos estado-unidenses do Iraque: 20.687
Total de feridos estado-unidenses fora de combate (supostamente) do Iraque: 6.430
Total de vítimas de doenças estado-unidenses do Iraque: 17.662
Total de baixas não mortais estado-unidenses do Iraque:44,779

Lista incompleta de contratistas do império mortos do Iraque: 364


Não oficial (contagem apenas desde de 2004 para militares e polícas e desde de 2005 para civis):

Lista incompleta de militares e polícas iraquianos mortos: 5.351

Lista incompleta de civis iraquianos mortos: 12562
O sítio web anti-guerra Iraqui Body Count diz que foram cerca de: 42.000
O novo estudo da revista cientifíca britânica Lancelet diz que foram: 650.000

O anterior estudo da revista científica "Lancet" concluia um número de mais 100.000 civis iraquianos mortos, baseando-se no enorme aumento da taxa de mortalidade no Iraque ocupado apartir da invasão de 2003. Outra contagem do sítio anti-guerra estado-unidense "Iraq Body Count" conclui que já morreram entre 41.000 e 44.000 civis iraquianos.



Números oficiais no Afeganistão:

Total de soldados do império mortos do Afeganistão: 497

Total de soldados feridos estado-unidenses do Afeganistão: 962
Total de soldados feridos estado-unidenses fora de combate (supostamente) do Afeganistão: 1.297
Total de soldados vitímas de doenças, estado-unidenses do Afeganistão: 3.470
Total de baixas não-mortais estado-unidenses do Afeganistão: 5.729



Números semi-oficiais do Líbano (números obtidos de uma fuga de informação da diplomacia norte-americana no Líbano):

Total de soldados israelitas mortos: 343

Total de soldados israelitas feridos: 617

Total de tanques Mercava destruídos: 118

Total de tanques Mercava danificados: 46

Total de excavadoras e jeeps destruídos: 96



Resumo de baixas de soldados do império (entre mortos, feridos, feridos fora de combate e adoentados pelas suas próprias armas venenosas, como as que contêem Urânio Empobrecido):

Iraque: 47.814 (o que não inclui os soldados feridos não estado unidenses que deveram ser mais de 1000)

Iraque corrigido: 48.814

Afeganistão: 6.226 (o que não inclui os soldados feridos não estado unidenses que deveram ser mais de 1000)

Afeganistão corrigido: 7.226

Líbano: 960

Total de baixas de soldados do império: 57.000


A guerra do Vietname durou desde 1959 (data dos primeiros soldados imperialistas mortos) a 1975. Morreram 58.226 soldados imperialistas e 153.303 ficaram feridos. No espaço de 16 anos os imperialistas sofreram mais de 200.000 baixas. Nas actuais guerras imperialistas e sionistas desde a invasão do Afeganistão em 2001, à 5 anos os imperialistas já sofreram cerca de 57.000 baixas.

É ou não é um novo Vietname? Vocês decidam...

"58,226 U.S. soldiers were killed in action or classified as missing in action. A further 153,303 U.S. military personnel were wounded, for a total casualty count of 211,529." (Wikipédia)

Saturday, October 14, 2006

Em manifestação gigantesca, bolivianos reafirmam apoio a Evo


13 DE OUTUBRO DE 2006
Em manifestação gigantesca, bolivianos reafirmam apoio a Evo

Milhares de indígenas e camponeses assistiram na quinta-feira (12/10), a uma manifestação gigantesca em La Paz, sede do Executivo da Bolívia, convertendo-se numa demonstração de apoio ao presidente Evo Morales, cujo governo afrontou nos últimos dias rumores de um golpe de Estado.
Marcha reuniu mais de 30 mil

"Esta revolução democrática e cultural, com Evo Morales ou sem ele, vai avante. Ninguém vai frear a mudança na Bolívia, irmãs e irmãos", afirmou o presidente. A agência DPA assinalou que cerca de 30 mil pessoas com bandeiras da Argentina, Colômbia, Equador, entre outros países - se reuniram na Plaza de los Héroes, em Laz Paz. Evo acrescentou que "tentarão ofender-nos, humilhar-nos, frear-nos. Ninguém vai frear a Assembléia Constituinte, ninguém vai frear a recuperação, a nacionalização de nossos recursos naturais". A AFP disse que o presidente boliviano louvou os programas de alfabetização que incluem ao redor de 250 mil pessoas em seu país, e a Operação Milagre, em que médicos cubanos realizam de graça cirurgias a pacientes pobres com diferentes afecções na vista.

Os EUA de olho

Também na quinta-feira, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, denunciou que está em marcha um plano dos Estados Unidos para efetuar um golpe de Estado contra Evo. "Tenho elementos de bastante peso para dizer: está em marcha o plano de um golpe de Estado para derrubar o governo do irmão presidente Evo Morales", disse o líder bolivariano em um ato no estado Zulia. "Quem? O império americano e a oligarquia da Bolívia. O mesmo plano que ativaram aqui, denuncio ante o mundo", acrescentou.

"Se algo chegar a acontecer com o irmão presidente Evo Morales, o responsável é o presidente dos Estados Unidos que é o agressor de nossos povos", disse. "A Venezuela não vai ficar de braços cruzados diante da agressão contra o povo irmão da Bolívia", afirmou, sem precisar as ações que seriam efetuadas por seu país. "Se por alguma razão" o governo "legítimo, democrático do companheiro Evo Morales for derrubado, garanto que meu governo e eu faremos tudo o que pudermos para que um governo tirânico na Bolívia dure o mesmo tempo que durou aqui o tirânico (empresário Pedro) Carmona", que o retirou do poder por 47 horas em abril de 2002.

Da Redação, com Granma e agências

Fonte: Diário Vermelho
Ver também: Evo Morales recibe apoyo y defiende "su revolución"

Sunday, October 08, 2006

O Bravo Povo de Oxaca em luta!

6 DE OUTUBRO DE 2006
México: A rebelião pelas ondas do rádio

“Companheiros, o inimigo é o Estado”. Com está frase, La Ley saudou sua audiência na cidade mexicana de Oaxaca. Essa emissora de rádio privada permanece ocupada por ativistas e é o motor de uma revolta social que mantém o governo estadual contra a parede.

Por Diego Cevallos

Tomar à força um meio de comunicação “é um delito grave, sabemos, mas não nos deixaram outra alternativa”, se justificou o professor “Selvis”, coordenador da emissora, cujas instalações são guardadas por cerca de 300 pessoas que acampam rodeadas por trincheiras feitas com sacos de areia, arames e ônibus velhos.

“Se o governo optar pela repressão sabemos que a rádio será a primeira a ser atacada, pois sabe que La Ley nos serve para manter a luta, que é estratégica para nós”, disse o coordenador, que prefere usar seu pseudônimo, pois teme por sua vida. La Ley, que pertence ao privado Rádio Programas de Oaxaca, está ocupada desde o dia 21 de agosto pela Assembléia Popular do Povo de Oaxaca (APPO). Nas ultimas semanas, o edifício onde está instalada foi atacado por homens armados, não identificados, em três ocasiões durante a noite, sendo que em uma delas foi morto o ativista Lorenzo San Pablo.

A APPO é um movimento formado por mais de 350 organizações sociais de Oaxaca, um dos estados mais pobres do México, que surgiu em junho no fragor dos protestos do sindicato local dos professores que se declarou em greve no dia 22 de maio, exigindo melhores salários. Desde junho, a APPO ocupa a maioria dos prédios da administração pública de Oaxaca e mantém acampamentos e trincheiras em várias regiões desta cidade de mesmo nome, especialmente no centro. Seus lideres advertem que não se moverão até que o governador Ulises Ruiz, a quem acusam de corrupto, repressor e assassino, renuncie.

“Companheiros, nosso destino é a vitória. Não devemos fraquejar, temos que nos unir e seguir na luta”, afirmou um locutor ao microfone de La Ley. Através da emissora, a APPO informa seus seguidores sobre suas estratégias, convoca mobilizações e recebe dezenas de telefonemas de simpatizantes. Além disso, passam por seus estúdios lideres sociais, trabalhadores, donas de casa e até crianças que falam a favor do levante popular. Suas lideranças, que nunca dizem seus nomes, convocam protestos, criticam duramente o governo nacional do conservador presidente Vicente Fox e o governador Ruiz, membro do histórico Partido Revolucionário Institucional.

Programação

Também transmitem músicas de cantores identificados com a esquerda, além de discursos de lideres dessa corrente ideológica, como o presidente de Cuba, Fidel Castro, e fazem constantes referencias ao seu colega da Venezuela, Hugo Chávez, destacando suas posições “antiimperialistas”. “É ilegal, mas é valido a APPO ter ocupado a rádio, pois é uma de suas armas mais efetivas. Sem ela talvez a história fosse outra”, disse Anabel López, porta-voz do grupo não-governamental Serviços para uma Educação Alternativa, que há 12 anos trabalha em Oaxaca.

Entretanto, López lamenta que na emissora sejam manejadas “posições fundamentalistas (de esquerda) e que estejam muito fechados”. Mas é preciso entender que “ocuparam a emissora de maneira espontânea e que continuam aprendendo a lidar com ela”, acrescentou. A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), que realizou uma sessão na capital mexicana até a última terça-feira, pediu ao presidente Fox que suspenda as agressões contra empresas proprietárias de emissoras de rádio de Oaxaca, enquanto a Associação Mexicana de Editores de Jornais denunciou que a APPO seqüestrou estações privadas para utilizá-las como “um instrumento de sedição”.

“Aqui pode-se ver que as instalações de La Ley estão intactas, que nosso único interesse é manter a comunicação com o povo. Se nos cortarem esta possibilidade estaremos em dificuldades”, afirmou Selvis. Na maioria dos acampamentos da APPO há receptores de rádio sintonizados na emissora, cujos estúdios localizados a cerca de sete quilômetros do centro da capital de Oaxaca estão ferreamente vigiados pelos moradores. A segurança foi reforçada na véspera, quando circularam insistentes rumores de que policia e exercito poderiam entrar na cidade para desalojar a APPO, o que, por fim, não aconteceu. Nesta quinta-feira, e depois de várias tentativas inúteis de negociação, o governo Fox e a organização restabeleceram o diálogo.

"Acampamento"

Para entrar no prédio da rádio, todo visitante deve passar por várias barreiras de segurança e fazer fila junto a muitas pessoas. Nas portas de acesso há cartazes onde são lidas palavras de ordem contra o governador Ruiz e denúncias do desaparecimento forçado e prisão de ativistas. Dentro do edifício, os corredores estão cheios de caixas com alimentos e garrafas de água, bem como em muitas das suas salas, ocupadas por cerca de 50 pessoas. A maioria delas dorme no local há várias semanas.

“Aqui não somos técnicos, mas existe muita solidariedade de quem entende disto e da rádio, e eles estão nos ajudando a operar a emissora, nos entregam alimentos e cuidam da gente. Não esquecemos que há pessoas, sicários de Ruiz, que nos querem mortos”, afirmou Selvis. Leonarda Reyes, diretora do não-governamental Centro de Jornalismo e Ética Pública, disse à IPS que a ocupação de La Ley merece um castigo, “pois se trata de um atentado à liberdade de expressão”.

Entretanto, afirmou que esse fato deve ser colocado no contexto de um problema social e político grave, no qual muitos meios de comunicação não deram voz à APPO ou enfatizaram os ataques contra essa organização. A rede Oaxaquenha de Direitos Humanos, integrada por vários grupos, entre eles simpatizantes da APPO e, inclusive, membros dessa organização, com “Flor e Canto”, a Liga Mexicana pela Defesa dos Direitos Humanos e Ñu’u Ji Kandi, afirmam que os meios de comunicação comerciais locais estão, em sua maioria, aliados às autoridades.

Reyes identifica esse fato como negativo e atentatório ao livre exercício dos meios de comunicação, mas também afirma que o mesmo se passa co a APPO, que através de La Ley só dá voz a um setor, o que se opõe aos poderes públicos. Um diretor da emissora, que preferiu não se identificar por questão de segurança, disse à IPS que a APPO ameaçou destruir a rádio caso se faça algo para evitar que opera. “Está ocupação é um atropelo à liberdade de empresa e de expressão, por isso denunciamos criminalmente estas pessoas”, afirmo o representante da entidade proprietária da emissora. Segundo as leis, ocupar á força um meio de comunicação é crime grave punido com mais de cinco anos de prisão.

Denúncias

O trabalho dos jornalistas em Oaxaca tem sido difícil nos últimos anos. desde 1995, o jornal local Notícias sofre agressões e enfrenta um conflito sindical cuja origem está em sua atitude crítica diante das autoridades. Nas ultimas semanas também foi denunciada a agressão de vários repórteres da mídia local e nacional por parte da polícia e de membros da APPO. A SIP rechaçou tais fatos e pediu que sejam investigados. ‘A comunicação é uma arma fundamental neste conflito tão grave, e isso a APPO já entendeu”, afirmou a porta-voz da Serviços para uma Educação Alternativa.

Em maio, o sindicato de professores colocou em funcionamento a “Rádio Plantão”, que tinha alcance de apenas dois quilômetros de raio, mas deixou de operar em 14 de junho, quando a polícia atacou militantes da entidade que ocupavam a praça central de Oaxaca. Durante a repressão os policiais destruíram os equipamentos da rádio. Nesse mesmo dia, estudantes que depois se integraram à APPO ocuparam a emissora local, a Rádio Universid. Oito dias depois, as instalações dessa emissora foram atacadas a tiros por homens vestidos de preto e com os rostos cobertos, que também jogaram ácido nos transmissores, deixando-os inutilizados.

A APPO, então, decidiu tomar o Canal 9 de televisão, que pertence ao governo do Estado de Oaxaca, de onde foram feitas várias transmissões até 20 de agosto. No dia seguinte, policiais fortemente armados dispararam contra os que guardavam a antena de transmissão, ferindo um ativista e destruindo os equipamentos. “Não pense que isto é fácil, aqui não estamos brincando com a vida”, assegurou com ênfase o coordenador de La Ley. O ataque ao Canal 9 “causou indignação, fazendo com que de forma espontânea os companheiros tomassem uma dezena de emissoras de rádio particulares, que também nos atacavam de forma injusta, dizendo que somos violentos e nos acusando de não representar ninguém”, contou o ativista.

A maioria dessas emissoras foi devolvida aos seus proprietários pouco depois. Mas duas delas, que operam em FM, ficaram em mãos da APPO. Na quarta-feira, uma das emissoras, a Rádio Oro, foi abandonada porque seus equipamentos apresentaram defeito, deixando apenas La Ley em operação. “Companheiro, você é jornalista e deve os apoiar, diga que a La Ley deve continuar operando e que os homens de Ruiz não venham nos atacar, pois responderemos com bons golpes”, disse à IPS Hilda, uma mulher que pernoita no acampamento que guarda a emissora.

Agência Envolverde/IPS
Fonte: Diário Vermelho

Sunday, October 01, 2006

Agricultores dos EUA e México pedem suspensão de acordos da Nafta

30/09/2006
Agricultores dos EUA e México pedem suspensão de acordos da Nafta

Grupos de agricultores do México e dos Estados Unidos exigiram hoje que tanto os acordos comerciais quanto a liberação da venda de produtos agrícolas entre os dois países sejam cancelados, denunciando que beneficiam apenas as empresas trasnacionais. "Exigimos leis e políticas agrícolas que não afetem os mercados domésticos e nos opomos ao Tratado de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta) que só facilita e legaliza a invasão de produtos abaixo do custo de produção", disse o porta-voz da Federação de Cooperativas do Sul dos EUA, Ben Burkett, na capital mexicana.

Ao fim do Congresso Binacional de Pequenos Agricultores e Camponeses, os agricultores dos dois países afirmaram que os acordos comerciais "atentam contra o bem-estar e os processos democráticos dos povos". A soberania alimentar é "a base de uma agricultura sadia, sustentável e justa" e é "um direito dos povos e nações definir suas próprias políticas agrícolas e comerciais", argumentou Mily Treviño, dirigente da organização Líderes Camponesas.

Treviño acrescentou que em 2008, data prevista para a abertura total dos mercados, haverá o risco de "quase desaparecimento da agricultura familiar" e deslocamento de "milhares de camponeses e indígenas de seus locais de origem". O representante da União de Sierra Juárez, do estado mexicano de Oaxaca, Aldo González, alertou que a abertura agrícola causará um "grande aumento da importação de grãos transgênicos".

Da redação, com agências
Fonte: TeleSur

Saturday, September 30, 2006

No Leste da europa a direita reacionária apodrece!

Nota: Na Polónia bastião da direita recionária e anti-comunista apodrece na sua própria corrupção. O regime anti-comunista está cada vez mais repudiado pelo povo. O sistema fascista putrefacto entrou em decomposição.

28-09-2006

Dois terços dos poloneses querem renúncia do primeiro-ministro

Dois poloneses em cada três desejam a renúncia do primeiro-ministro Jaroslaw Kaczynski, segundo várias pesquisas publicadas pela mídia do país após a divulgação de vídeos, filmados com câmeras escondidas, que mostram os direitistas procurando subornar uma deputada da oposição.

A rede de televisão TVN exibiu várias gravações nas quais Adam Lipinski, chefe de gabinete do premiê, oferece a uma deputada o cargo de vice-ministra da Agricultura em troca de sua saída do grupo parlamentar que integra e de seu apoio ao governo.

De acordo com todas as sondagens feitas por telefone na quarta-feira pelos principais institutos de pesquisa do país, mais de 60% dos poloneses desejam a demissão de Kaczynski. As pesquisas ouviram de 400 a 1.200 pessoas e têm margem de erro de 3% a 4,4%.

Interrogados pelo instituto TNS OBOP sobre as intenções de voto em caso de eleições antecipadas, 34% dos poloneses afirmaram que apoiariam o partido liberal de oposição PO, à frente dos conservadores, dos populistas de Samoobrona e da esquerda pós-comunista SLD, que contam respectivamente com 24%, 7% e 6% de apoio dos entrevistados.

Após o fim da aliança com o Samoobrona na semana passada, os direitistas do partido Direito e Justiça (PiS), dos gêmeos Kaczynski, que têm 154 deputados de 460, buscam uma nova maioria parlamentar, para evitar eleições antecipadas.

Os Kaczynski podem contar com a extrema-direita e tentam o apoio do partido rural PSL (25 deputados), assim como com congressistas independentes e que abandonaram o Samoobrona.

Da redação, com agências
Fonte: Diário Vermelho

Friday, September 22, 2006

Mayoría de estadounidenses desaprueba la gestión del Congreso, según encuestas

Mayoría de estadounidenses desaprueba la gestión del Congreso, según encuestas
TeleSUR _ 21/09/06 - 10:13 CCS

A un mes y medio de las elecciones legislativas, sólo 25 por ciento de los estadounidenses aprueba la gestión del Congreso, controlado por los republicanos, según una encuesta publicada este jueves en New York Times/CBS News.

El New York Times reseñó que los estadounidenses están tan desencantados con el Congreso ahora como lo estaban en 1994, cuando los republicanos desplazaron a los demócratas poniendo fin a cuatro décadas de dominio de la Cámara de Representantes y retomaron el control en el Senado.

El periódico dijo que las cifras muestran el serio desafío que enfrentan los republicanos que tratan de aferrarse al poder en medio de un creciente sentimiento contra los actuales legisladores.

La mayoría de los entrevistados en la encuesta efectuada entre el 15 y 19 de septiembre se quejó de que los miembros del Congreso estaban demasiado ligados a intereses especiales y ajenos a los problemas y necesidades de los estadounidenses, dijo el Times.

Además, dos tercios de los encuestados declararon que el Congreso ha tenido menos logros que los que normalmente se realizan en un periodo de dos años (desde la última elección).

El 39 por ciento dijo que sus propios representantes merecen ser reelegidos, mientras 48 por ciento estimó que es tiempo de hacer un cambio.

Mientras tanto, el presidente George W. Bush no ha logrado mejorar la posición de su partido -- ni la suya propia -- con su sucesión de discursos por el quinto aniversario de los ataques del 11 de septiembre, según la encuesta.

Los republicanos tenían la esperanza de que estos mensajes pusieran nuevamente en la agenda a la seguridad nacional, tradicionalmente su principal carta.

La aprobación a la gestión de Bush se mantuvo en 37 por ciento en el sondeo, la misma que en la anterior encuesta de New York Times/CBS News en agosto.

La encuesta fue realizada entre 1.131 personas, entre ellas 1.007 electores registrados, y el margen de error es de 3 por ciento.

afp/RA
Fonte: TeleSur